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Homenagem à memória dos mortos da Marinha em Guerra

Em 21 de julho de 2017 a Marinha do Brasil realizou uma cerimônia em homenagem à memória dos mortos da Marinha em Guerra.


No Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, a cerimônia foi presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacelar Leal Ferreira, e contou com a presença de diversos chefes navais, autoridades militares do Exército e da Aeronáutica e representantes da sociedade civil, destacando ainda a presença do Tenente Melchisedech de Carvalho, veterano da Marinha de Guerra, responsável por comboios e patrulhamentos na costa brasileira durante a Segunda Guerra Mundial.


Paralelamente, uma homenagem foi feita no mar, a última morada dos bravos brasileiros que afundaram no cumprimento do dever. Durante toda a cerimônia, o Aviso de Patrulha Anequim esteve fundeado na Baía de Guanabara, em frente ao Monumento. A embarcação, comandada pelo Capitão-Tenente Lisboa e contando 10 membros da tripulação, levava ainda o Capitão de Corveta Ronaldo, Oficial de Logística do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, o Capitão de Fragata RM/1 Carneiro, Assessor Adjunto de Comunicação Social do 1° Distrito Naval, o Capitão de Fragata Abrahão, Presidente da APRAMA, e o senhor Daniel Mata Roque, representando a Casa da FEB e a Soamar-Rio.


O Comandante Carneiro efetuou leitura da emocionante Ordem do Dia do Comandante da Marinha, que relembrou a tradição naval brasileira do Riachuelo, da DNOG da Primeira Guerra Mundial e da Força Naval do Nordeste da Segunda Guerra Mundial, finalizando de modo eloquente: “Lembremos, portanto, daqueles que, cumprindo sua obrigação de defender a Pátria, entregaram prematuramente suas vidas”.

Quando, em terra, ouviu-se o toque de presença de ex-combatente, pétalas de flores foram lançadas ao mar a partir do Anequim, em um singelo gesto de reconhecimento e gratidão, relembrando e reverenciando sempre aqueles que, com o sacrifício da própria vida, garantiram liberdade, democracia e soberania ao nosso amado Brasil.


Muito infelizmente, nenhum veterano pôde estar presente a bordo do Anequim, considerando o passar do tempo e a idade avançada dos sobreviventes. Todos, no entanto, mortos e vivos, estiveram presentes no pensamento de todos ali, reunidos sob um único título: heróis.

Assessoria de Comunicação Social – Casa da FEB

Fotos: Daniel Mata Roque e 1° Distrito Naval




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